quarta-feira, 11 de julho de 2012

Fazer melhor, fazer a diferença

De pouco servem os conhecimentos teóricos que aprendemos nas escolas se nãso soubermos colocá-los em prática!
E por pôr em prática  (na nossa profissão) pressupõe a avaliação, a avaliação dos dados e a actuação em conformidade; ou seja após o diagnóstico seguem-se as intervenções  de enfermagem, mas para que tal aconteça é necessário que tenhamos um pensamento estruturado.
Ora se no exercício da nossa profissão fazemos insto diariamente porque não  fazemos o mesmo nos assuntos que martirizam a enfermagem portuguesa? Porque é que em vez de lamurias e criticas a tudo a a todos não utilizamos a massa cinzenta para propor soluções inovadoras e originais? Porque não dialogamos mais com as organizações que nos representam? Estou certo que capacidade para isso há de sobra em muitos enfermeiros portugueses.
Temos que o demonstrar á sociedade / governo essa nossa capacidade de fazemos melhor e que esse melhor faz a diferença.

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