Será que a dignidade profissional e a dignidade salarial são dois conceitos de tal modo separados entre eles que a estrutura que regulamenta o exercício da profissão não se pode pronunciar sobre ambos?
Os sindicalistas estão com medo de que? Que lhes retirem o protagonismo?
Se os sindicatos querem ter o protagonismo, talvez devessem ouvir os enfermeiros e atuarem em conformidade com os seus interesses, e tal não tem acontecido!
Espero que a OE não cometa os mesmos erros e se mantenha atenta aos enfermeiros que representa e pugne apenas pelos seus interesses enquanto classe profissional.
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