12 de Maio Dia Internacional do Enfermeiro
Em todas as comemorações e aniversários algumas pessoas têm tendência para fazerem retrospectivas e perspectivarem o novo ano que agora se inicia, eu sou uma dessas pessoas.
Ao assinalarmos mais um dia do enfermeiro não posso deixar de pensar nos ataques que sofremos neste ultimo ano, mais uma vez fomos marginalizados dentro do SNS, mais uma vez fomos tratados como actores de segunda categoria que apenas prestam vassalagem aos protagonistas principais. Vimos o pagamento das horas prestadas em serviço nocturno e fins de semana reduzidos a metade, em nome de uma contensão económica que lesa sempre os mesmos, enquanto outros profissionais do SNS que alem de receberem horas extra em barda ainda vêem o salário valorizado em 800€ por mais 5 horas semanais (que na maioria dos casos não cumprem, mas isso é outra historia).
As organizações de enfermagem, nomeadamente os sindicatos têm-se mantido muito ocupados em defesa dos CIT (e bem) todavia têm-se esquecido dos outros CTFP com inúmeros anos de serviço que há mais de uma década não progridem na carreira e que ainda não foram integrados na nova carreira (por muito má que seja) e que em nada se viram valorizados, têm-se esquecidos dos muitos colegas que com sacrifício pessoal e monetário foram adquirir novas competências, são reconhecidos como especialistas pela OE mas que não constam na nova carreira. Se calhar seria de colocar estes itens na agenda para que no próximo 12 de Maio possamos ter algo que comemorar.
Contudo não seria justo se não referi-se as preocupações sobre estas matérias do SIPE e o documento que enviaram ao MS bem como a campanha publicitaria da OE e que na minha modesta opinião esta muito bem elaborada, finalmente se percebeu que temos que vender a nossa imagem e que disso depende o modo como a sociedade nos vê. Agora temos todos nós nos nossos locais de trabalho concluirmos esta campanha e demonstrarmos aos nossos utentes/clientes e respectivas famílias a nossa impressibilidade no SNS.
domingo, 12 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
Carta aberta aos Enfermeiros
Caros colegas
Estou farto de ver nas redes sociais as publicações lamecha que os colegas publicam.
Como já defendi muitas vezes a conotação da profissão com valores de comiseração e compaixão para com os doentes só dimuinuiem o valor social da enfermagem. Quem ajuda é voluntário e não "merece" remuneração, a ajuda é por amor, pena ou compaixão!
Claro que na enfermagem existe a relação de ajuda para com o utente / cliente, mas esta relação deve ser profissional e de busca da maior autonomia possível do utente / cliente.
Caros colegas por favor deixem-se de visões piegas da profissão e afirmem-se como profissionais sérios e dignos de reconhecimento.
Atenciosamente
Enfermeiro movido as café
Estou farto de ver nas redes sociais as publicações lamecha que os colegas publicam.
Como já defendi muitas vezes a conotação da profissão com valores de comiseração e compaixão para com os doentes só dimuinuiem o valor social da enfermagem. Quem ajuda é voluntário e não "merece" remuneração, a ajuda é por amor, pena ou compaixão!
Claro que na enfermagem existe a relação de ajuda para com o utente / cliente, mas esta relação deve ser profissional e de busca da maior autonomia possível do utente / cliente.
Caros colegas por favor deixem-se de visões piegas da profissão e afirmem-se como profissionais sérios e dignos de reconhecimento.
Atenciosamente
Enfermeiro movido as café
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Os meus desejos para o novo ano
Desejo que o novo ano traga maior reconhecimento profissional mpara todos os enfermeiros.
Desejo que todos os enfermeiros se afirmem nos seus locais de trabalho e nunca aceite que os tratem com subalternos.
Desejo que os enfermeiros sejam leais entre os seus pares, que nenhum enfermeiro acuse um colega apenas para ficar nas boas graças e ser promovido.
Desejo trabalhar na minha profissão e ser remunerado como mereço.
Desejo que os sindicatos sejam realmente organismos de representação dos enfermeiros e que lutem apenas pelos seus interesses.
Se uma parte destes desejos se cumprirem certamente que teremos um 2013 bom para os enfermeiros!
Desejo que todos os enfermeiros se afirmem nos seus locais de trabalho e nunca aceite que os tratem com subalternos.
Desejo que os enfermeiros sejam leais entre os seus pares, que nenhum enfermeiro acuse um colega apenas para ficar nas boas graças e ser promovido.
Desejo trabalhar na minha profissão e ser remunerado como mereço.
Desejo que os sindicatos sejam realmente organismos de representação dos enfermeiros e que lutem apenas pelos seus interesses.
Se uma parte destes desejos se cumprirem certamente que teremos um 2013 bom para os enfermeiros!
Pela dignificação da profissão sempre
Feliz Ano Novo
domingo, 23 de dezembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Ódio viral
Quando por mero ódio viral tentam diminuir a minha profissão terão em mim um opositor feroz e que nunca dará tréguas.
Lutarei com todos os meios pela dignidade da minha profissão, e quando digo todos os meios são mesmo todos.
Quanto mais baixos forem os golpes, mais elevada será a resposta.
Estarei sempre no patamar superior, e podem estar seguros que continuarão a olhar de baixo.
Lutarei com todos os meios pela dignidade da minha profissão, e quando digo todos os meios são mesmo todos.
Quanto mais baixos forem os golpes, mais elevada será a resposta.
Estarei sempre no patamar superior, e podem estar seguros que continuarão a olhar de baixo.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Trabalho com... Não trabalho para...
Em diversas ocasiões da minha vidas profissional fui obrigado, pelas circunstancias, a relembrar que Trabalho com... Não trabalho para...
E houve necessidade de fazer tal afirmação porque alguns elementos da classe médica pretendiam subalternizar-me, e isso meus amigos este Enfermeiro nunca aceitou nem aceitará!
Caros colegas nos serviços públicos de saúde os enfermeiros têm a sua cadeia hierárquica definida e em nenhum cargo dessa cadeia de encontra alguém que não seja Enfermeiro.
Trabalhei, trabalho e trabalharei sempre em colaboração com a classe médica mas nunca me digam que o doente é do médico e que só ele toma decisões. Dentro da minha área de atuação, e conforme está expresso nas nossas competências definidas (e bem) pela OE, tenho plena autonomia para implementar os cuidados que se justifiquem.
Ora se esta é a minha postura em contexto de trabalho, e espero que seja a de muitos colegas, não aceito agora que as ações de luta em defesa do SNS sejam conjuntas, porque se tal acontecesse a enfermagem apareceria logo como profissão subalterna. E tenham a certeza que os médicos fariam questão de nas intervenções á comunicação social de nos apresentar como acólitos.
O presidente do SEP abordou o tema em entrevista no dia da greve dos médicos, ações conjuntas. Mas caro amigo isso seria mais um tiro no pé da enfermagem portuguesa, e de tiros no pé estamos todos fartos.
O sr presidente do SEP, precisa de ouvir os enfermeiros, porque até agora parece que só escutou.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Fazer melhor, fazer a diferença
De pouco servem os conhecimentos teóricos que aprendemos nas escolas se nãso soubermos colocá-los em prática!
E por pôr em prática (na nossa profissão) pressupõe a avaliação, a avaliação dos dados e a actuação em conformidade; ou seja após o diagnóstico seguem-se as intervenções de enfermagem, mas para que tal aconteça é necessário que tenhamos um pensamento estruturado.
Ora se no exercício da nossa profissão fazemos insto diariamente porque não fazemos o mesmo nos assuntos que martirizam a enfermagem portuguesa? Porque é que em vez de lamurias e criticas a tudo a a todos não utilizamos a massa cinzenta para propor soluções inovadoras e originais? Porque não dialogamos mais com as organizações que nos representam? Estou certo que capacidade para isso há de sobra em muitos enfermeiros portugueses.
Temos que o demonstrar á sociedade / governo essa nossa capacidade de fazemos melhor e que esse melhor faz a diferença.
E por pôr em prática (na nossa profissão) pressupõe a avaliação, a avaliação dos dados e a actuação em conformidade; ou seja após o diagnóstico seguem-se as intervenções de enfermagem, mas para que tal aconteça é necessário que tenhamos um pensamento estruturado.
Ora se no exercício da nossa profissão fazemos insto diariamente porque não fazemos o mesmo nos assuntos que martirizam a enfermagem portuguesa? Porque é que em vez de lamurias e criticas a tudo a a todos não utilizamos a massa cinzenta para propor soluções inovadoras e originais? Porque não dialogamos mais com as organizações que nos representam? Estou certo que capacidade para isso há de sobra em muitos enfermeiros portugueses.
Temos que o demonstrar á sociedade / governo essa nossa capacidade de fazemos melhor e que esse melhor faz a diferença.
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