De pouco servem os conhecimentos teóricos que aprendemos nas escolas se nãso soubermos colocá-los em prática!
E por pôr em prática (na nossa profissão) pressupõe a avaliação, a avaliação dos dados e a actuação em conformidade; ou seja após o diagnóstico seguem-se as intervenções de enfermagem, mas para que tal aconteça é necessário que tenhamos um pensamento estruturado.
Ora se no exercício da nossa profissão fazemos insto diariamente porque não fazemos o mesmo nos assuntos que martirizam a enfermagem portuguesa? Porque é que em vez de lamurias e criticas a tudo a a todos não utilizamos a massa cinzenta para propor soluções inovadoras e originais? Porque não dialogamos mais com as organizações que nos representam? Estou certo que capacidade para isso há de sobra em muitos enfermeiros portugueses.
Temos que o demonstrar á sociedade / governo essa nossa capacidade de fazemos melhor e que esse melhor faz a diferença.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Não perguntes o que a Enfermagem pode fazer por ti...
Nos últimos dias toda a classe de enfermagem tem andado em alvoroço (e não é para menos) com a falta de respeito a que esta votada pela classe politica e decisores de pacotilha que grassam em locais de decisão (onde nunca deviam ter entrado...).
Bem mas voltando ao alvoroço
Vi e li em especial no facebook muitas discussões e muitas opiniões, claro que não concordo com todas, mas se apresentam soluções e ideias para combater estes decisores de pacotilha então saúdo-as. Mas todos aqueles em que a sua opinião se centra apenas na crítica fácil e infrutífera, essas abomino-as.
Claro que houve no passado atitudes e compromissos, por parte de quem teve a possibilidade de fazer a diferença, que não correram bem e que porventura contribuíram para o estado a que isto chegou. Mas agora em vez de chorar sobre o leite derramado é altura de arregaçar as mangas todos em conjunto sem recriminações ou ressentimentos.
Esta é a altura em que parafraseando o JF Kennedy digo
Não perguntes o que a Enfermagem pode fazer por ti, pergunta antes o que podes fazer tu pela Enfermagem.
Bem mas voltando ao alvoroço
Vi e li em especial no facebook muitas discussões e muitas opiniões, claro que não concordo com todas, mas se apresentam soluções e ideias para combater estes decisores de pacotilha então saúdo-as. Mas todos aqueles em que a sua opinião se centra apenas na crítica fácil e infrutífera, essas abomino-as.
Claro que houve no passado atitudes e compromissos, por parte de quem teve a possibilidade de fazer a diferença, que não correram bem e que porventura contribuíram para o estado a que isto chegou. Mas agora em vez de chorar sobre o leite derramado é altura de arregaçar as mangas todos em conjunto sem recriminações ou ressentimentos.
Esta é a altura em que parafraseando o JF Kennedy digo
Não perguntes o que a Enfermagem pode fazer por ti, pergunta antes o que podes fazer tu pela Enfermagem.
terça-feira, 3 de julho de 2012
e se um dia os enfermeiros se unissem parte II
À algum tempo atrás publiquei aqui no blog um post que se clamava " e se um dia os enfermeiros se unissem"
Pois esse dia urge ser breve.
Depois da atroada de ontem com o valor pago´à hora na ARS LVT torna-se necessária a união de esforços para restituir a dignidade à classe.
É altura de deixarmos de lado as diferenças de opinião, as diferenças politicas ou de religião e centrarmos-nos todos no que é realmente importante - a digníssima profissão que todos abraçamos!
A todos aqueles que têm responsabilidades nas diversas organizações da classe peço apenas que, independentemente das suas filiações politico-partidárias, sejam "apenas" ENFERMEIROS.
Têm neste momento a oportunidade de ficar na historia da enfermagem, que seja pelos melhores motivos.
E se for necessário ir para a luta contem incondicionalmente comigo.
Pois esse dia urge ser breve.
Depois da atroada de ontem com o valor pago´à hora na ARS LVT torna-se necessária a união de esforços para restituir a dignidade à classe.
É altura de deixarmos de lado as diferenças de opinião, as diferenças politicas ou de religião e centrarmos-nos todos no que é realmente importante - a digníssima profissão que todos abraçamos!
A todos aqueles que têm responsabilidades nas diversas organizações da classe peço apenas que, independentemente das suas filiações politico-partidárias, sejam "apenas" ENFERMEIROS.
Têm neste momento a oportunidade de ficar na historia da enfermagem, que seja pelos melhores motivos.
E se for necessário ir para a luta contem incondicionalmente comigo.
domingo, 1 de julho de 2012
Dignidade profissional = Dignidade salarial
Não compreendo tanto ruido criado pelo simples facto da OE ter tomado posição e ter reunido com a ARS Centro na tentativa de ultrapassar o ultraje feito aos enfermeiros com aquela tabela salarial do Rovisco Pais-
Será que a dignidade profissional e a dignidade salarial são dois conceitos de tal modo separados entre eles que a estrutura que regulamenta o exercício da profissão não se pode pronunciar sobre ambos?
Os sindicalistas estão com medo de que? Que lhes retirem o protagonismo?
Se os sindicatos querem ter o protagonismo, talvez devessem ouvir os enfermeiros e atuarem em conformidade com os seus interesses, e tal não tem acontecido!
Espero que a OE não cometa os mesmos erros e se mantenha atenta aos enfermeiros que representa e pugne apenas pelos seus interesses enquanto classe profissional.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Passividade
Os enfermeiros por norma são passivos!
Queixam-se mas estão à espera que os outros lhes resolvam os problemas, dizem que já não mais disponíveis para o serviço que só fazem o mínimo indispensável, mas sempre que é necessário lá estão a tapar os buracos com a desculpa do costume: " os doentes não têm culpa...".
Mas será que os doentes não fazem parte da sociedade que não nos valoriza. Enquanto têm necessidade de cuidados de enfermagem para si ou para os seus familiares somos os maiores, os melhores, os que se não existissem os serviços de saúde não funcionavam. Quando a crise passou e já estão restabelecidos publicam no jornal local um agradecimento ao médico, porque sem ele teriam morrido...
Este é o reconhecimento que temos...
Mas voltando ao tema e na sequência do post anterior, temos que "pegar o touro pelo cornos" e não só reclamar da nossa imprescritabilidade mas demonstra-la. Demonstrar que a nossa intervenção imprescindível foi eficaz na redução dos custos de tratamento dos doentes. Claro que para tal ser demonstrado temos que fazer investigação na prática e isso implica mais esforço!
Queixam-se mas estão à espera que os outros lhes resolvam os problemas, dizem que já não mais disponíveis para o serviço que só fazem o mínimo indispensável, mas sempre que é necessário lá estão a tapar os buracos com a desculpa do costume: " os doentes não têm culpa...".
Mas será que os doentes não fazem parte da sociedade que não nos valoriza. Enquanto têm necessidade de cuidados de enfermagem para si ou para os seus familiares somos os maiores, os melhores, os que se não existissem os serviços de saúde não funcionavam. Quando a crise passou e já estão restabelecidos publicam no jornal local um agradecimento ao médico, porque sem ele teriam morrido...
Este é o reconhecimento que temos...
Mas voltando ao tema e na sequência do post anterior, temos que "pegar o touro pelo cornos" e não só reclamar da nossa imprescritabilidade mas demonstra-la. Demonstrar que a nossa intervenção imprescindível foi eficaz na redução dos custos de tratamento dos doentes. Claro que para tal ser demonstrado temos que fazer investigação na prática e isso implica mais esforço!
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